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Partimos da consideração de que as diferenças e conflitos em potencial são partes integrantes do processo de gestão coletiva e se revela como um indicativo da existência da própria participação democrática e cotidiana, da busca de integração e da descentralização, pela possibilidade de debates públicos e política ativa no grupo.
Um conflito não é algo dado em si, existente, mas sim construído nas relações. Nas dinâmicas sociais, econômicas e políticas surgem conflitos que envolvem interesses do individual ao coletivo numa mesma dada situação. Nessa complexidade, uma única disciplina do conhecimento não pode ser suficiente para o tratamento de conflitos, principalmente aqueles ligados à promoção da sustentabilidade.
Um conflito não é algo dado em si, existente, mas sim construído nas relações.
Partimos da consideração de que as diferenças e conflitos em potencial são partes integrantes do processo de gestão coletiva e se revela como um indicativo da existência da própria participação democrática e cotidiana, da busca de integração e da descentralização, pela possibilidade de debates públicos e política ativa no grupo.
Se cada indivíduo ou grupo em um dado contexto está à procura única e exclusiva de seus próprios interesses, é provável que qualquer iniciativa de reuni-los resulte em conflitos de interesse entre eles, o que pode representar entrave e resistência para o avanço do processo desejado.
Nas dinâmicas sociais, econômicas e políticas surgem conflitos que envolvem interesses do individual ao coletivo numa mesma dada situação. Nessa complexidade, uma única disciplina do conhecimento não pode ser suficiente para o tratamento de conflitos, principalmente aqueles ligados à promoção da sustentabilidade.
O tratamento adequado dos conflitos existentes entre os vários agentes de qualquer processo de gestão e também os novos conflitos emergentes durante o processo é certamente uma tarefa desafiante, requerendo a capacidade de orientação do processo de modo a possibilitar um redirecionamento do movimento para fins cooperativos.
Quando várias lideranças representam interesses de distintos grupos, há composição de diferentes forças e a tendência à tensão é natural. O foco deve estar nos aspectos que unem e não nos aspectos que separam os indivíduos ou grupos.
Apesar de diferentes interesses, a cooperação pode ser crescente, à medida que as interações entre os participantes se dinamizam e eles vão descobrindo que, por meio de objetivos superiores e o estabelecimento de Parcerias, os resultados podem ser favoráveis a TODOS.


